terça-feira, 7 de abril de 2015

LANÇAMENTO DA COLEÇÃO DESIGN PORTUGUÊS



 A coleção Design Português foi lançada no Jornal Público, que é uma coleção de 8 volumes ordenados cronologicamente com a coordenação de José Bártolo e a chancela do Ano do Design Português que conta a história e a evolução do design em Portugal desde o início do século XX. Esta coleção tem como objetivo dar a conhecer o contexto histórico do design em Portugal e dos principais designers e obras das mais diversas áreas de intervenção do design, da literatura à imprensa, da construção ao produto, da arquitetura à moda.

O evento de lançamento da coleção de Design Português no MUDE contou com a presença de Bárbara Reis, diretora do Jornal Público, Bárbara Coutinho, diretora do Mude, Guta Moura Guedes, comissária do Ano do Design Português, José Bártolo, coordenador da coleção e diretor científico ESAD-IDEA, Nuno Ladeiro, arquiteto e designer, Jorge Silva, designer e Rita Pinho Branco, diretora de Marketing e Comunicação do Montepio.
A coleção ainda não está muito divulgada em Portugal que infelizmente regista a falta de interesse das pessoas para esta categoria.
Considerei esta coleção muito importante e interessante para divulgar o nome do Design Português para as pessoas poderem conhecer melhor o Design Português com qualidade e destaque.

E destaco que o meu Professor Vitor Almeida de Design de Comunicação I na Faculdade de Belas Artes no ano letivo 2014/2015 participa como autor do 4º livro sobre décadas de 1960 a 1979.




Títulos da Coleção de Design Português:
  1. Volume 1 (1900/1919);
  2. Volume 2 (1920/1939);
  3. Volume 3 (1940/1959);
  4. Volume 4 (1960/1979);
  5. Volume 5 (1980/1999);
  6. Volume 6 (2000/2015);
  7. Volume 7 (Cronologia 1900/1959)
  8. Volume 8 (Cronologia 1960/2015)



Por fim, deixo este discurso motivador proferido por José Bártolo:
"foi um trabalho desenvolvido dentro do mais arriscado princípio orientador, o do ponto de equilíbrio. Na ambição de ser um livro democrático na distribuição e no acesso, digno na qualidade dos materiais e produção gráfica; acessível a (não-especialistas), consistente na profundidade da análise, descrição e contextualização; ser um livro de leitura, textual, oferecendo também uma profusa e diversificada documentação visual; ser uma história crítica, das ideias, movimentos e processos, não deixando de identificar "heróis" e protagonistas".


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