A coleção Design Português foi lançada no
Jornal Público, que é uma coleção de 8 volumes ordenados cronologicamente com a
coordenação de José Bártolo e a chancela do Ano do Design Português que conta a
história e a evolução do design em Portugal desde o início do século XX. Esta
coleção tem como objetivo dar a conhecer o contexto histórico do design em
Portugal e dos principais designers e obras das mais diversas áreas de
intervenção do design, da literatura à imprensa, da construção ao produto, da
arquitetura à moda.
O evento de lançamento da coleção de
Design Português no MUDE contou com a presença de Bárbara Reis, diretora do Jornal
Público, Bárbara Coutinho, diretora do Mude, Guta Moura Guedes, comissária do
Ano do Design Português, José Bártolo, coordenador da coleção e diretor
científico ESAD-IDEA, Nuno Ladeiro, arquiteto e designer, Jorge Silva, designer
e Rita Pinho Branco, diretora de Marketing e Comunicação do Montepio.
A coleção ainda não está muito
divulgada em Portugal que infelizmente regista a falta de interesse das pessoas
para esta categoria.
Considerei esta
coleção muito importante e interessante para divulgar o nome do Design
Português para as pessoas poderem conhecer melhor o Design Português com
qualidade e destaque.
E destaco que o
meu Professor Vitor Almeida de Design de Comunicação I na Faculdade de Belas
Artes no ano letivo 2014/2015 participa como autor do 4º livro sobre décadas de
1960 a 1979.
Títulos da Coleção de Design Português:
- Volume 1 (1900/1919);
- Volume 2 (1920/1939);
- Volume 3 (1940/1959);
- Volume 4 (1960/1979);
- Volume 5 (1980/1999);
- Volume 6 (2000/2015);
- Volume 7 (Cronologia 1900/1959)
- Volume 8 (Cronologia 1960/2015)
Por fim, deixo
este discurso motivador proferido por José Bártolo:
"foi um trabalho desenvolvido dentro do mais arriscado princípio
orientador, o do ponto de equilíbrio. Na ambição de ser um livro democrático na
distribuição e no acesso, digno na qualidade dos materiais e produção gráfica;
acessível a (não-especialistas), consistente na profundidade da análise,
descrição e contextualização; ser um livro de leitura, textual, oferecendo
também uma profusa e diversificada documentação visual; ser uma história
crítica, das ideias, movimentos e processos, não deixando de identificar
"heróis" e protagonistas".



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