No dia 28 de
Novembro abriu a exposição “Sara & André”. Estes artistas elasticizam há
mais de dez anos os limites da sua artíscidade por cada projeto com o
reconhecimento ou contraste.
O principio
deles é o questionamento sistemático do jogo de fronteiras e negociações da
nossa contemporaneidade e consiste em distinguir e classificar o objeto
enquanto obra de arte e o artista como um ser com atributos aparentemente
específicos.
Exerce o seu
fascínio pela assunção das armadilhas e dos alçapões auto-conscientemente
desenhados no trajeto, ombro a ombro com a herança teórica e os seus momentos
de aparição no domínio expositivo, isto é, a apresentação pública da obra de
arte.
Estão conscientes
dos “perigos” especulativos da sua ação crítica e trabalham em diálogo aberto
para fundar o meio artístico, que é introduzir uma reinterpretação com a
ampliação da noção da obra, os desvios e os colapsos que enformam o sujeito na
sua relação com aquilo que identificamos, em primeiro lugar, com o domínio da
arte.
O objetivo
com esta estratégia declarada desde o primeiro momento é, justamente,
desenharem o caminho mais direto para a fama, esse “claim to fame” que os
acompanha desde há muito e que se transfigura a cada novo projeto.


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