No dia 20 de Novembro, a conferência Live Interfaces com a curadoria Adriana Sá e a programação em Lisboa, incluirá instalações interativas, performances, comunicações orais, workshops e posters-demonstrações.
A INTER-FACE
recebe muitos investigadores e artistas jovens com carreiras da música e da
composição.
Uma interface
pode aplicar o estudo dos nossos mecanismos naturais de perceção, de
modo a criar uma sensação de interação “imediata” ou pode ser
deliberadamente difícil, de modo a potenciar a expressividade
musical.
“O problema é que tendemos a
assumir as teorias implícitas no software como garantidas. No dia-a-dia
habituámo-nos a ver os computadores como caixas negras e mágicas que nos
poupam trabalho. Quando a caixa negra funciona esquecemo-nos das
suas origens; quanto mais ciência e tecnologia se seguem, mais opaca e
obscura se torna, e mais nos distanciamos da computação enquanto
material criativo.”
A Inter-Face
questiona os princípios ao design de interfaces com grandes diferenças entre
perspetivas artísticas, de design de produto, ou de engenharia.
A arte convida
nos a deslocar o nosso modo de perceção habitual e fala da arte como se devesse
gerar lucro comercial, resolver desemprego, educar crianças com diversidade de
perspetivas.
A Inter-Face
pretende criar um espaço que questione as suas convergências e divergências e o
modo como se manifestam no design de interação. A Faculdade de Belas-Artes
acolhe as comunicações reais e um workshop.



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